03 maio 2011


ARREPENDIMENTO
 
Quando devemos nos arrepender? E nos arrepender de que? As vezes não sabemos como responder essas perguntas, ou até não queremos responder, pois elas mexem em nosso ego e tocam em áreas de nossas vidas que consideramos intocáveis.
“Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso DEUS; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Isaías 59,1-2).
O “se arrepender” na verdade é em se afastar do pecado, da desobediência. Ninguém pode dizer que alcançou o arrependimento se as suas atitudes não mostrarem isso (Tiago 2,17). Um ladrão não deixa de ser ladrão por simplesmente dizer que não mais é, mas sim, quando suas atitudes mostrarem essa mudança, passando a não mais roubar.
O arrependimento é um ato que liga o homem a DEUS, pois “todos pecaram e destituídos estão da presença de DEUS”(Romanos, 3:23).
Precisamos nos arrepender quando erramos, ou seja, sempre! O errar está, e sempre estará no homem, pois a natureza humana anseia por aquilo que é contrário à natureza divina:“Digo, porém: Andai em Espirito, e não cumprireis o desejo da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis”. (Gálatas, 5:16,17).

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